Curso De Extensão E Pós Graduação

Num Contexto Mais Genérico

As universidades públicas brasileiras atravessam robusto incerteza financeira. Exemplo mais gritante, a escola Estadual do Rio de Janeiro vem atrasando pagamento de salários há 2 anos. Em meio a esse quadro, voltou ao debate a proposta de cobrar mensalidade de alunos de maior renda. Em relatório anunciado nessa semana, o Banco Mundial defende a medida, argumentando que instituição pública brasileira é ineficiente e injusta.

Tem Vontade de Ter Mais Filhos? e outros apoiadores do fim da gratuidade, não é preciso que toda a sociedade financie os estudos dos jovens de classes mais altas. Já os que se opõem à cobrança dizem que ela não seria suficiente para solucionar a queda e propõem ampliar impostos a respeito de os mais ricos pra financiar a educação.

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Entenda abaixo os principais pretextos contra e a favor da mudança. É direito findar com o ensino gratuito? O principal fundamento contra a gratuidade é que a maioria dos alunos da rede pública está entre os brasileiros de renda mais alta, que em tese poderiam pagar. Detalhes do IBGE comprovam que, em 2005, 80% dos graduandos das universidades públicas estavam entre os 40% de superior renda no nação. Sergio Firpo, professor do Insper.

Defensor da gratuidade, o economista Fábio Waltenberg, professor da UFF (Faculdade Federal Fluminense), considera que iniciar a cobrança nas corporações públicas seria mexer em “um sistema que tem êxito bem”. Segundo ranking do jornal Folha de S.Paulo, entre as trinta melhores universidades do país, somente duas são privadas. Para ele, há algumas formas de cobrar mais das parcelas de superior renda do estado, como o regresso da tributação de lucros e de dividendos, gerar um imposto a respeito de fortunas e aumentar a taxação de heranças.

Waltenberg lembra que o sistema tributário brasileiro é regressivo - ou melhor, arrecada proporcionalmente mais dos pobres. Isto ocorre em razão de a maior parte do valor arrecadado não vem de impostos diretos sobre o assunto renda e posse, que pesam mais sobre o assunto os ricos, entretanto daqueles cobrados da criação e do consumo. Estudo da economista Maria Eduarda Tannuri-Pianto, professora da Instituição de Brasília, em parceria com Carlos Renato Castro, gerente de Estudos Econômico-Fiscais do Tesouro Nacional, sinaliza que o ensino superior público não beneficia só os mais ricos. Eles estimaram como se oferece a transferência de renda pros beneficiários destas universidades.

Segundo esses cálculos, feitos a partir dos impostos recolhidos por cada grupo de renda, há uma transferência dos segmentos renda mais alta para os graduandos de categoria média. Agora os mais pobres acabam não se beneficiando, uma vez que poucos podem surgir às organizações públicas, ressalta Tannuri-Pianto. Passo A Passo: Como Fazer Um Podcast , o melhor não seria elaborar mensalidades pra graduandos, contudo permitir outras maneiras de autofinanciamento das universidades públicas que hoje não são autorizadas, como cobrar por mestrados profissionalizantes para as pessoas que agora está no mercado de serviço. Cobrança seria complicada e criaria obstáculos pros mais pobres? Para Waltenberg, isto criaria novos problemas administrativos e não garantiria a entrada dos mais pobres.

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Na sua avaliação, estender o Fies não resolveria o problema das classes mais baixas pelo motivo de pessoas de menor renda possivelmente ficariam com horror de assumir essas dívidas sem garantia de que terão depois rendimento pra pagar. Ela está no instante licenciado pra estudar o paradigma australiano pela Australian National University.

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Nele, os graduados pagam depois de formados pelos cursos públicos, ao longo de anos, no entanto apenas caso atinjam uma renda mínima. Além disso, a cobrança é proporcional ao que o ex-aluno ganha, de forma que os que alcançam rendas maiores pagam taxas mais elevadas. Outra característica essencial deste sistema é que não há prazo para saldar a dívida e é garantido o perdão do saldo devedor após muitas décadas ou na morte.

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Segundo Meyer, isto serve como um “seguro” pro estudante mais pobre não ficar com medo de assumir uma dívida que talvez não consiga pagar depois. Como Estudar Português Para Concursos Públicos? pras universidades, porém os ganhos aumentam durante os anos, conforme mais alunos se formam. Nove bilhões extras para a rede de ensino federal (a depender da prosperidade do número de formados).

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