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Não é à toa que o viajante reconheça as vinícolas pelo nome. O Chile foi responsável por mais de 40% de volume de vinho exportado no Brasil no primeiro semestre de 2014 segundo estudo produzido semestralmente pelo consultor Adão Morellato. Conhecer melhor onde é produzido o teu vinho preferido, aquele que está à mão, ou usufruir e provar rótulos de algumas variedades é uma experiência interessante.

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Acompanhado de uma sensacional refeição nos restaurantes preparados para receber turistas, às vezes aos pés da Cordilheira dos Andes, às vezes em torno de vinhedos, assim como é quota do roteiro. Do mesmo jeito é cota da experiência arriscar uma garrafa de um rótulo de Konami Acerta Licença, Todavia PES 2018 Ficará Sem Euro 2018 . Por fim o valor dos vinhos é de matar de inveja cada comprador que paga o que paga pelas garrafas no Brasil, fruto de uma carga tributária extorsiva, margens de lucro nem sempre razoáveis - e neste instante um dólar em disparada. Procurar “mascarar Um Produto” é abençoado na localização geográfica e na meio ambiente pra produzir vinhos.

Um pequeno giro recente pelo Chile ilustrou esta inteligência de fornecer rótulos de todas as linhas. Aliás o mesmo discurso e dúvida valem pros vinhos argentinos. Colchagua - este vale chileno reúne a vasto maioria das vinícolas, entre as grandes estão: Bisquertt, Casa Silva, Cono Sur, Lapostolle, Los Vascos, Luis Felipe Edwards, Montes, Montgras, Santa Cruz, Santa Helena, Siegel, Ventisquero e Viu Manent. O vale de Colchagua reduz o país no meio, iniciando nas Cordilheiras dos Andes, passando na Cordilheira da Costa e terminando no Oceano Pacífico. Como ensina o enólogo chileno da Casa Silva Mario Geisse: “Esta característica lhe confere uma diversidade de condições microclimáticas para variedades diferentes com características marcantes”.

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O rio principal que vai influenciar a região é o Tinguiririca. Estratégias De Marketing Pra Micros E Pequenas Corporações uva cabernet sauvignon sabe a área plantada: são doze 1 mil hectares contra 3,4 da carmenère, 3,2 da merlot e 2,2 da syrah. Entre as brancas predominam chardonnay e a sauvignon blanc. Aqui a visita se limitou a duas representativas vinícolas da região, Viña Montes e Viu Manent. Os enólogos, como de hábito, nos indicaram seus rótulos mais significativos, nem sempre os mais baratos, todavia que mostram o potencial e o modo de cada corporação.

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Viña Montes - A Viña Montes é velha conhecida dos amantes dos tintos e brancos chilenos no Brasil. Tem bons vinhos na sua base e cultuados tintos no topo da pirâmide, como o Montes Alpha M, o Purple Angel e o Folly. O restaurante, próximo à ponte e à lagoa, completam a visita juntando a comida ao vinho, ambos de fantástica característica.

Leia bem como: Bacalhau e vinho - tinto ou branco? Outer Limits - esta é uma linha mais recente da Montes que explora vinhedos “além das fronteiras”, como aponta o nome. São vinhedos em três regiões diferentes (Aconcagua, Colchagua e Itata), cada um com características próprias: próximo do mar, extenso declive do terreno e vinhedos centenários e históricos. Outer Limits Sauvignon Blanc 2014 - o Guia Descorchados, de Patricio Tapias, uma fonte para vinhos do Chile e da Argentina, deu noventa e quatro pontos e elegeu o melhor sauvignon do Chile.

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É um sauvignon blanc mais macho, intensa acidez, provoca uma sensacional salivação, cítrico, muito mineral e com um toque salgado. Esse vem da Costa de Zappalar, no Vale de Aconcagua, a uma distância bem próxima do oceano pacífico: Sete quilômetros. Outer Limits, Old Roots, Cinsault 2014 - este é um vinho para aqueles que querem provar qualquer coisa contrário e com mais pegada. Um Cinsault que passa por maceração carbônica (a fermentação e feita dentro da uva e não há esmagamento da fruta), não passa por barrica, tem um organismo suave, um sabor que lembra morangos frescos, o finalzinho terroso.

Afim de comprar e consumir logo, de preferência mais resfriado, como um beaujolais. A primeira safra é de 2013, uma novidade que não consta do catálogo do importador no Brasil, entretanto se regressar vale provar. Montes Alpha Cabernet Sauvignon 2012 - quem é cliente de vinho e nunca tomou um Montes Alpha numa churrascaria em São Paulo levanta a mão! São três tintos: malbec, cabernet sauvignon, carmenère.

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O cabernet sauvignon foi, de imediato em sua primeira safra, de 1987, conhecido internacionalmente como um vinho premium. O que mais chama atenção é a consistência ano a ano, a legal fruta, o uso integrado da madeira (passa 12 meses pela barrica), o fim forte e taninos prontos para consumir. As uvas, cabernet sauvignon (90%) e merlot (10%) são representantes do Vale de Colchagua, em Apalta e Marchigüe.

A safra de 2006, provada em uma degustação promovida na agregação “Viños de Colchagua” em São Paulo, descreveu o potencial de evolução do caldo, com integração das frutas e uma estupenda concentração e cor. Entre doze tintos provados foi um dos meus preferidos. Detalhe, seguindo a filosofia natural e holística da vinícola o Montes Alpha M é etiquetado a mão pra manter a energia da bebida.

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